sábado, 1 de maio de 2010

मर दे गेंते

Brindo a casa, brindo a vida, meus amores, minha família.
Atirei-me ao mar, mar de gente onde eu mergulho sem receio, mar de gente onde eu me sinto por inteiro. Eu acordo com uma ressaca guerra, explodo na cabeça e eu me rendo, a um milagroso dia.
Essa é a luz que eu preciso, luz que ilumina, cria e da juízo; essa é a luz que eu preciso, cria e nos da juízo.
Voltar com a maré, sem se distrair, tristeza e pesar, sem se entregar. Mal, mal vai passar, mal vou me abalar; esperando verdades de criança, um momento bom como voltar com a maré sem se distrair.
Navegar é preciso se não, a rotina te cansa, tristesa e pesar, sem se entregar.
Interesses na Babilônia, viram nevoeiro, poços em chamas, tiram proveito; passa, passa, passa , passa, passa, passageiro, a arte ainda, se mostra primeiro...

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